É fã da natureza e desportos ao ar livre? O pedestrianismo, cicloturismo e BTT são actividades com crescente adesão de praticantes, e que permitem usufruir do desporto ou passeio em contacto com a natureza. A prática destes desportos está associada à marcação de percursos ou trilhos que frequentemente têm em conta caminhos tradicionais existentes e os interesses ambientais, históricos, culturais, geológicos e paisagísticos dos locais ou regiões onde se inserem. Assim, os percursos pedestres surgem frequentemente associados a aldeias típicas, parques naturais, cursos de água e trilhos e paisagens de montanha que atravessam áreas florestais.

O Camiñito del Rey, os Passadiços do Paiva, e as ecopistas do Dão e do Tâmega são alguns execelentes exemplos de projectos bem sucedidos nesta temática.

 percursos pedestres

Percursos pedestres homolgados

O estabelecimento de percursos pedestres e cicláveis é regulamentado em Portugal pela Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal. Estes percursos devem obedecer a regras específicas para serem aprovados e inseridos no Registo Nacional de Percursos Pedestres (RHPP). O percursos podem ser denominados de GR e PR, que significam respectivamente Grande Rota e Pequena Rota, e estão intimamente ligados às distâncias que percorrem, sendo o PR para distâncias inferiores a 30km e o GR para distancias superiores a 30 km, sendo estes talvez mais adequados para a prática de BTT.

 

Promover a visitação de zonas de interior

O projecto dos “Passadiços do Paiva” é um excelente exemplo de sucesso no que diz respeito à mobilização de turistas e dinamização de regiões localizadas fora das grandes metrópoles. As redes de percursos pedestres são excelentes formas de dinamizar e valorizar espaços rurais, concelhos do interior e zonas do território desconhecidas e com menos visitação. Para tal é necessário que os percursos sejam únicos, tenham mais valias que motivem a visitação, e/ ou que o seu próprio desenho inclua instalações e pequenas infraestruturas que por si só tragam visitantes.

passadiço

A mais valia da arquitectura paisagista em percursos pedestres e trilhos de BTT

A implementação do traçado dos percursos pedestres e de BTT deverá ter por base uma análise profunda da paisagem, tirando-se partido dos melhores pontos de vista, dos bosques e matas existentes, do património construído e da beleza natural da envolvente onde se inserem.

A utilização de pequenas infraestruturas de apoio como miradouros, espaços de descanso e lazer e sinalética informativa é a forma de reforçar a identidade destes espaços, criando pontos de interesse que são uma mais valia.

A arquitectura paisagista é uma das disciplinas que mais áreas de conhecimento abrange, conseguindo uma visão conciliadora entre património natural e cultural. Este conciliar de conhecimentos torna as equipas de arquitectos paisagistas extremamente aptas ao estudo e projecto de redes de percursos pedestres e BTT.

 

APROplan, porquê?

A Aproplan possui uma vasta experiência no estudo e identificação das valências ambientais, paisagísticas e histórico-culturais, tendo sempre em vista a conservação da natureza e a promoção do desenvolvimento sustentável voltado para o turismo. O percurso ‘Viver o Douro’, projectado pela APROplan e inserido na rede de percursos ‘Viver o Payva D’Ouro’, é um excelente exemplo do resultado combinado da visão da arquitectura paisagista com os valores da paisagem e o seu património natural e cultural.

Para a APROplan, os percursos pedestres deverão ser um reflexo da identidade da paisagem onde se inserem, tornando-se únicos. Apenas desta forma é possível garantir os níveis de visitação desejados para manter os percursos activos e com vida.

 

Tem uma ideia mas não sabe com desenvolvê-la? Fale connosco, nós ajudamos em todo o processo.